sexta-feira, 30 de abril de 2010

Que está tudo bem com o meu Pedro. Que não perdeu peso, não senhor! Hein? Como?
Segundo os registos da médica, o rapaz engordou em 10 dias 260 gramas. O Miguel bem me disse que a balança do Centro de Saúde não estava bem mas eu pensava que ele estava em negação.

Estou proibida de pesar o rapaz, de ficar obcecada com a balança. Só se pesa o rapaz com a pediatra e mais nada. Os vómitos e a noite terrível de anteontem foram má disposição. Que o rapaz está linda e que a mãe, basicamente, está louca!

Independentemente disso tudo, ele continua magro, claro. Dia 7 de Maio, engrosso o leite materno, e só leite materno, com papas e dou-lhe à hora de almoço (ou jantar).

Enfim, tanto drama para nada...Sim, estou a ficar maluca, doida varrida a chorar por antecipação por alguma hipotética doença rara do meu filho. Foda-se que eu, só mesmo ao estalo....

Para contrariar este blog que mais tem parecido um muro das lamentações, deixo aqui uma boa nova: vou de férias para o Algarve durante 15 dias! Yeeah! (e com Pen da net, claro!)

Ontem comeu pouco, fazendo intervalos demasiados grandes, não consegui que ele agarrasse na mama ou no biberão. Andou com muito sono e dormiu o dia quase todo.

Hoje, está mais comilão e mais bem-disposto. Logo, vamos ao pediatra. Outra vez.

(A todas, muito obrigada pelas mensagens e afins.
Obrigada Tranças pelo contacto. Vou guardar e pode ser que lá vá, se nada se resolver hoje.
Obrigada Diana.)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Uma noite daquelas

Mas que noite!
Entre as 2h00 e as 3h00, o Pedro vomitou 3 vezes: 3 mudas de cama, 3 babygrows, 3 sustos e uma preocupação constante.
Só voltou comer às 6h00 (pouco,muito pouco) e já são 10h00 e não quer comer nada. A fralda dele esteve completamente seca até às 8h30. Se continuar, rumo ao hospital, again.

O que ele que ele tem? No hospital, não detectaram alergias, infecções e afins. A sério, o que é que ele tem? Que estou a dar em maluca com tanta coisa a passar-me pela cabeça e com níveis de ansiedade como nunca tive até agora.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

refém da balança

Que merda! O meu Pedro voltou a perder peso... foda-se que já nem consigo perceber nada! Que estou perdida e confusa.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Representações e afins

- O que é isso?
- Peixe.
- Faz um círculo.
- 'tá bem.

- Sabes fazer um carro?
- Xim!
- Faz as rodas. São dois círculos em baixo.
- 'tá bem.



- O que é isso?
- Uma bola...azul!
- Azul não, Tiago.
- 'emelho!

A primeira vez que pintou mais ou menos dentro dos contornos.

O que ele gosto mesmo é de ajavartar tudo com as tintas, sobretudo as mãos.

Gosta também de pintar os carros.

Há uns dias, deixei-o sozinho na cozinha com as tintas e fui dar mama ao Pedro. Pouco depois, veio ter comigo, com as suas belas mãos pintadas de verde e a mexer em tudo: parede, cama, edredão, chão, etc...
Impressões dele um pouco por todo o lado!

Os desenhos são afixados no frigoríficos até que sejam substituídos por outros. Às vezes, põe-se à frente das suas obras e exclama: "Tão bonitos!"

domingo, 25 de abril de 2010

25 de Abril Sempre

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Excerto de "Trova do Vento que Passa", Manuel Alegre


(e com muita pena minha, logo à tarde não vamos descer a av. Liberdade...)


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Acabadinho de ler


Besame Mucho -Carlos Gonzalez

Pergunto-me como é que fiquei tanto tempo sem ler este livro. E agora, o querer "ó-ó com a mamã" faz todo o sentido, assim como o acordar duas e três vezes por noite. Bom saber que não é nenhum problema.

Brincar

Dumbo

O Tiago já viu três vezes o filme Dumbo, o clássico da Disney. Na cena em que a mãe embala o seu menino através das grades da prisão, ele fica emocionado. No fim da cena, as trombas separam-se e ambos choram. O meu Tiago também chora (lágrimas grossas a rolarem pela cara) e grita "mamã, mamã" até que um de nós o acalme. Hoje à tarde, aninhou-se, alterado, ao meu colinho.
Gostava de saber que relação é que ele tece...'tadinho do meu menino.

Dos 3 meses


E qualquer semelhança não é pura coincidência.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Obrigada avó

Disse-me que o Pedro agora vai ficar bem, pois fez-lhe uma reza ou qualquer coisa assim do género contra o mau-olhado.
Já não tenho de me preocupar com o meu pequeninho. É bom saber!

Consulta

Está com 4,970 kg ( algures entre o percentil 0 e 5) e 58,5 cm (P. 25). Já não está a perder peso e continua exclusivamente à maminha, sem recorrer ao suplemento. Como me disse uma amiga, "nada de grandes esquemas, tirar antes, tirar depois, dar com seringas e o escafandro, epah, mama na boca sempre que o puto quer". É isso que faço. Desde que saiu do hospital, aumentou bem, 200 gramas. Também comecei a tomar Promil.
Dentro de 15 dias, a pediatra quer que ele tenha pelo menos 5,200 kg para estabilizar no percentil 5 e, contrariada, avisou-me que, se calhar, nessa altura, deveria introduzir uma refeição de papas feitas, preferencialmente, com leite materno.
Por mim, desde que não lhe faça mal, alinho. Nunca pensei em dar-lhe mama em exclusiva durante 6 meses, uma vez que volto ao trabalho aos 5.
O meu bebé continua com muita vitalidade e a médica, que tinha estado com ele numa das minhas idas ao hospital, achou-o com muito melhor cara (alias nem tem comparação).

3 meses

Amo-te incondicionalmente.
Um amor diferente. Um amor mais sereno. Um amor menos possessivo. O amor.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Do desfralde

À meia-noite, o Tiago acordou e pediu para fazer xixi. Boa filho!
Hoje de manhã, a fralda dele estava seca. Boa filho!

E agora pergunto: quando é que começaram a tirar a fralda durante a sesta e a noite? Muito tempo depois do início do desfralde, logo a seguir ou estou a ir muito rápido?
(De dia, tem-se portado 5 estrelas.)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O meu mais pequeno

está muito melhor, embora continue a comer pouco.

Aqui, a palrar, num babygrow para dois meses que lhe está super largo (como toda a roupa dele)



Aqui, o Pedro está a brincar.

domingo, 18 de abril de 2010

Post longo: provavelmente o post mais longo que escrevi até hoje

Na sexta, como combinado, fomos novamente ao hospital. O Pedro continuava com febre e com um ar prostrado (às 4h00 da manhã, liguei para Saúde 24 a perguntar se podia dar mais um ben-u-ron ao meu filho, embora não tivesse passado 8 horas - apenas 7- desde a última toma. Disseram que não. No hospital, garantiram-me que podia ao fim de 4 horas...) e diarreia. Quando colocado de barriga para baixo, não levantava a cabeça (coisa que já faz há 2 semanas). Também tinha o nariz entupido. A médica pediu para que ele fizesse um aerossol. Depois disso, quis recolher mais urina, mais sangue e tinha de fazer um raio X. Os exames do dia anterior estavam todos OK.

Sei que parece parvo mas eu queria que ele tivesse uma infecção urinária. Queria que me dissessem" ele tem tal coisa e resolvemos com isso." Tratava-se e pronto, o meu bebé ficava bem.

No meio disso tudo, ele recusava comer. Agarrava na mama e largava-a ao fim de 5 segundos. Só ao meios-dia, é que ele mamou 5 minutos, isso desde as 7h00 da manhã.

Depois de aerossol, começou a tortura: recolher sangue. Vou poupar os detalhes.E Se no dia anterior, tinha sido difícil, agora foi atroz. Estivemos mais de 30 minutos a tentar recolher sangue. A enfermeira não conseguia, o sangue coagulava, as veias demasiado finas (agravado pela perda de peso, menos 20 gr. que no dia anterior) rebentavam, não conseguia encontrar veia, etc. O Pedro berrava, roxo e olhava para mim, que chorava tanto como ele, e os olhos deles diziam "ajuda-me! Faz qualquer coisa!" Nunca mais me vou esquecer do olhar dele. Foi horrível. A enfermeira começou a ficar ansiosa também e pronto, lá conseguiu.

Quando saímos da sala, estava toda a gente a olhar para nós. Todos com olhares sentidos e de pena. Sentei-me numa cadeia e dois médicos (o que me tinha atendido no dia anterior quis acompanhar-nos) vieram ter comigo, levaram as minha coisas para o cantinho da amamentação onde me fizeram festas na cabeça, me falaram como se eu fosse a doente, a precisar de colinho. A enfermeira também veio ter comigo a ver como estávamos. Tentei dar mama que ele recusou. Acalmámos.

Fomos fazer o Raio X. Foram para a outra sala e não me disseram mais nada enquanto olhavam para o ecrã. (consegui vê-los através de uma janela). Pareceu-me que fizeram cara "eh pá que isso está feio". Perguntei se estava tudo bem e recebi como resposta "o pediatra fala consigo". Imaginam... Saí, desfeita em lágrimas a pensar no pior.

Aguardámos.

Os exames vieram e o raio X também. Está tudo bem. Nenhuma infecção. Os valores todos bons. A febre tinha desaparecido ao meio-dia mas Pedro continuava muito em baixo. Não comia. A médica perguntou-me se queria dar-lhe leite adaptado para tentar. Aceitei. A mesma coisa. Não bebeu nada e chorava sempre que lhe punha o biberão na boca. A médica quis tentar dar-lhe e só conseguiu que ele bebesse 20 ml. Foi tudo o que bebeu nessa tarde. Ela já a pensar no internamento quando o rapaz começou a arrebitar, a sorrir, a palrar. Deixaram-nos ir para casa com a condição do que a mínima anomalia, voltaríamos. Sugeriram dar-lhe como suplemento leite adaptado.

Diagnosticaram-lhe uma virose. O que eu detesto coisas sem nomes ou sem rosto. Estamos a lutar com uma coisa sem perceber muito bem o que é.

Em casa, mamou muito bem às 9h00. Do leite adaptado, mamou 5 ml. se tanto. Não quis mais nada. À meia-noite, não consegui dar-lhe mama. O pai conseguiu que ele bebesse 20 ml de leite adaptado. Foi dado à bruta, sempre a insistir, a pôr-lhe gotas na boca. Às 5h30, acordou com fome. Muita fome. Mamou, mamou, mamou e vomitou tudo.

Fomos para o hospital. Quando lá chegámos, também tinha manchas no tronco que ao longo do dia se espalharam pelo corpo e pela cara. Tinha perdida mais peso mais ainda. Menos 30 gr. que no dia anterior.

Foi internado. Vi a minha vida a andar para trás. Só chorava...Pelo meu Pedro e pelos outros dois bebés que lá estavam com ele, as máquinas, os choros, o ar desesperado dos pais que era igual ao nosso. Ao longo o dia, deram alta aos outros dois e ficámos só nós lá. Foi comendo, embora pouco. Na parte da manhã, só leite materno. A ansiedade, a falta de estímulos e tudo o mais fez com que eu não sentisse o leite a subir. E já estressava porque se calhar ele estava a passar fome porque não tinha leite. Foram buscar a máquina e tirava com a máquina e dava-lhe pelo biberão. Sempre bebeu pouco. A médica pensou que talvez ele estivesse a fazer reacção alérgica ao leite adaptado, à lactose. Não se chegou a nenhuma conclusão.

O Pedro dormiu a manhã toda. À tarde, foi ganhando vida e comendo cada vez mais. (embora sempre pouco) Do leite adaptado, bebeu só 30 ml. Continuavam a dizer que era viral. Os vómitos, a febre, o perder peso, etc. Pesaram-no novamente e por espanto nosso, tinha aumentado 90 gramas.

Às 20h00, a médica disse-nos que tínhamos duas hipóteses: ficávamos lá à noite em observação ou davam-nos alta. Ele estava bem, super bem-disposto, a reagir a todos os estímulos. A decisão era nossa. Como achamos que um bebé deve estar em casa e não no hospital, fomos para casa. A mínima coisa, teríamos de lá voltar.

Cá estamos em casa, ainda ansiosos. Pelo menos eu estou. A stressar porque ele come pouco, seja qual for leite e a maneira como o dou. Com o coração apertado e com vontade de meter-me na cama com ele e chorar, chorar, chorar como se as lágrimas pudessem sará-lo(de não sei bem o quê e nem sei se agora está doente...) e adormecer para quando acordar, perceber que tinha sido um pesadelo.

Não vos passa pela cabeça os filmes que fiz na minha cabeça; coisas que nem quero deixar escritas, pois as palavras têm muita força...Mas foram filmes que só de pensar neles, as lágrimas corre-me pela cara abaixo.

Só mais uma coisa: sei que o sistema nacional de sáude é muito debilitado mas nós fomos tratados de uma forma incrível. Desde os médicos, aos enfermeiros (que são o must do Garcia da Orta) até aos auxiliares, não temos nada a apontar. Se houvesse um grupo no Facebook para ser fã do Garcia da Orta, eu aderia!

Não sei se leram tudo até ao fim. Se sim, vão dar um xi aos vossos filhos porque não há dúvidas que é o melhor que temos. Se não os têm, lembrem-se dos vossos pais que têm filhos - nós. Por eles, fazemos tudo e mesmo quando pensamos que não conseguimos, que não temos mais forças, descobrimos que temos mais ainda, que ultrapassámos coisas que nem ao diabo lembre...


quinta-feira, 15 de abril de 2010

Temos mais

Hoje fui novamente ao centro de saúde (sim, parece que passo lá a vida). Foi à balança e tinha menos 40 gramas. Está a perder peso. Informei a enfermeira que ele tinha febre desde ontem e que chegou aos 39 graus. A enfermeira voltou a tirar-lhe a febre e tinha 38,5. Encaminharam-me para as urgências pediátricas do HGO onde fui rapidamente atendida, uma vez que levava uma carta (que nem li) do centro de saúde.

(um aparte:quando lá cheguei, estavam a actuar os "médicos da música" para os meninos. Tocavam lindamente e ele tinha uma voz suave, tão suave que me deixou com um nó na garganta. Cantava "o balão do João". Vieram ter com o Pedro e aquela voz, acompanhada da viola, começou a cantar uma música em espanhol linda (que não conhecia) e aí, claro, as lágrimas caíram-me. )

Recolheram urina do meu pequeno para detectar uma infecção urinária. À primeira, os níveis estão satisfatórios mas vão fazer não sei quê mais, e só amanhã é que vou ter confirmação. Recolheram sangue (que sofrimento, que dores e tanto choro) e à primeira, está tudo bem mas amanhã, é que vão ter mais dados sobre a coisa.

Amanhã de manhã, tenho de lá ir outra vez.

Os médicos (foi visto por dois) estão preocupados com a febre, pois até aos 3 meses é "perigosa e indica que qualquer coisa não está bem". Eu estou preocupada com tudo.

Ele continua a mamar pouco, a não querer suplemento (quer materno, quer artificial que tentei dar ontem à noite).

terça-feira, 13 de abril de 2010

Sobre o amamentar e o peso do meu pequeno

Fui novamente pesar o Pedro. Numa semana, engordou apenas 20 gramas. Caiu-me tudo! Não desatei logo a chorar porque estava com um enfermeiro. Pensei que tinha de aguentar, não queria chorar com um homem. Ele é o enfermeiro das vacinas e pediu-me para esperar um pouco porque ia chamar uma enfermeira expert em saúde infantil. Vieram duas enfermeiras e fomos para uma outra sala. Viu o livro do Pedro e bastou dizer-me "ele está a engordar muito pouco" para eu desfazer-me em lágrimas. Não conseguia falar. O Tiago até se agarrou a minha perna, super impressionado. Depois de me acalmar, perguntou com ar preocupada há quanto tempo tinha vontade de chorar ou se tinha tendência em chorar... Descansei-a. Não, não estou a deprimir. Apenas preocupada com o meu filho e cansada.
Disse-lhe que tirava o primeiro leite com a bomba de forma a que ele chegasse ao leite mais gordo. Desaconselhou-me a fazer isso porque esse leite é muito importante para que ele esteja hidratado. Aconselhou-me em po-lo a mama e dar-lhe como suplemento leite materno. Acha que assim ele vai engordar. Vou pesá-lo novamente na quinta-feira.
Estou de rastos. Sinto-me...nem sei...e nem quero verbalizar as coisas que me passam pela cabeça.
Fui teimosa mas não sou cega/fundamentalista. Quinta-feira, se não engordar como deve ser, introduzo leite artificial. Li neste blog uma frase que não me sai da cabeça, qualquer coisa como "queres amamentar ou alimentar o teu filho".

Está a ser difícil. Dou mama e depois tiro leite e tento dar-lhe. Ele recusa o biberão. Já experimentei o da Chicco, da Avent e da Nuk. Nada...Chora, grita e não puxa. Dou-lhe 40 ml com uma colher de café. Demoro uma hora a fazê-lo. É desgastante, sobretudo quando se tem um outro bebé... Se introduzir leite em pó como suplemento, também vou ter de passar por este processo...

Está a ser tão complicado...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Slingar

Andar com um sling faz com que toda a gente olhe para nós e que ponha conversa connosco. Já tive de tudo: uma avó a pedir para tirar o miúdo do sling só para ver como o encaixo lá novamente, uma grávida a querer saber coisas sobre ele, um avô a comentar comigo que se calhar o bebé não estava confortável lá dentro, uma tipa a pedir para ver por dentro e a perguntar, muito séria, "ele não cai?" (tive vontade de responder "eh pá, de vez em quando, dá um malho mas nada de grave até agora!), etc.

É de facto muito prático. Estou a pensar comprar um de argolas. Andei a pesquisar na net e encontrei este site onde uma mamã nos ensina as várias maneiras de andarmos com os nossos filhos num porta-bebés. Estou a pensar comprar tecido e seguir as dicas dela. Não sei se consigo...
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terça-feira, 6 de abril de 2010

Pesos

Engordou numa semana 200 gramas! Yeeah! Ainda bem que fui teimosa e que insisti em não introduzir leite em pó! Pesa 4,720 kg.

Ando a portar-me tão bem. Em 2 meses e 2 semanas, perdi 14 kg. Yeeah! Preciso de perder 3,5 kg para ter o peso pré-gravidez do Pedro. Estou tão orgulhosa de mim...

Aventura

Ir ter com o meu mano de comboio com os dois. Pelo meio, mudança de comboio e o raio das pessoas que vêem uma pessoa a precisar de ajuda (subir com um carrinho e um puto é super complicado) e viram a cara para o lado! Tive de gritar "alguém que me ajude!" para 3 rapazes viram ao meu auxílio.
O Tiago delirou com o comboio. Adorou e portou-se tão bem! Lindo menino!
Hoje acordou e disse que queria o comboio!

Da Páscoa

Contactámos com a natureza.Imitámos as meninas da Tyra Banks.
Saltámos.

Descobrimos uma nova paixão: apanhar paus do chão.
Aprendemos o que são bugalhas e como as partir.
Comemos pão em forma de coração feito pelo avô em honra dos netos.


Subimos ao topo da serra.


Brincámos às escondidas no jardim.
Imitámos os Toca Rufar e fizemos questão que a mamã dançasse.

Tirámos muitas fotos.
E acendemos o forno que não era utilizado há 15 anos.
E juntámos parte da família.
E rimos.
E houve birras. Muitas.
E houve uma frase fantástica, no meio da confusão e do desespero de ter os miúdos a chorar durante muito tempo, à noite, que nos fez rir até mais não: "estamos fodidos com estes putos!" e que nos deu alento!
E fomos felizes!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

As mãos



Descoberta da semana passada.
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sábado, 3 de abril de 2010

Em Roma, sê romano!

O Pedro não fazia cocó há dias e as dores começaram a ser muitas. As massagens não resultaram e o pessoal cá da terra "ah e tal o troço de couve com azeite resolve a coisa." O bebegel ficou em casa e a farmácia estava fechada e o termómetros são dos modernos. Às 7h00 , depois de uma noite para esquecer durante a qual se recusou a mamar, rendi-me. A minha sogra tratou da coisa. Foi um alívio para o Pedrinho que começou logo a rir e a palrar.
Alguma vez pensei fazer tal coisa? Nunca! Mas já se sabe...Quando estamos aflitos recorremos a todos os santinhos!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Acabadinho de ler

Post à margem do babyblog!
Um dos meus autores de eleição. Sou fã de Manuel Alegre, da sua poesia, da sua prosa, dos seus ensaios, da sua coragem, de saber dizer "não", das suas personagens, do pai monárquico "sem rei", da mãe que quero controlar tudo, da avó, da tia, La vão elas / As caravelas, do Portugal pequeno antes do 25 de Abril, das injustiças, do pessoal da Situação, do pulsar da escrita, do ritmo da poesia, enfim de tudo...
Se bem que não há amor como o primeiro livro que li (Alma), este é também um dos melhores. (Tenho a sensação que digo isto de todos os livros dele mas adiante...)

Pausa

Vamos passar estes dias à terra. O Tiago já lá está, desde terça-feira, com os avós. Na véspera da "partida" dele, tive uma espécie de ataque de ansiedade. Quase que estava arrependida de o deixar ir; não pelas saudades que iria sentir mas pelos 200 km que iam ser feitos. Lá avisei o meu sogro que tinha de conduzir devagar e com prudência e a minha sogra, que também é mãe e tem muita sensibilidade, percebeu-me perfeitamente e tentou acalmar-me.
Aos dois anos e tal, o meu Tiago teve as suas primeiras mini-férias sem os pais.

Durante três dias, o Pedro pôde beneficiar do privilégio de ser filho único e de ter toda a atenção dos pais.