quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Querem saber uma coisa?

Tinha como objetivo correr pelo menos 50 km no mês de setembro. Ultrapassei a minha meta e estou que nem posso de orgulhosa!
(Quando a conversa começar a aborrecer, digam!)

A não perder

Para mim, a melhor página do Facebook é esta: Humans of New York


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Eu, pelo Pedro, tenho um ar fútil!

O Pedro escreveu e desenhou uma história de 10 páginas. No fim, tudo acaba bem porque encontram um tesouro e a mãe vai comprar vestidos (com o dinheiro do tesouro, lá está).

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Novos livros

Uma colega minha trouxe-me mais de 50 livros infantis, completamente novos. Os filhos dela cresceram e aqueles livros já não lhe dizem nada. Os Banana, a coleção do Bando dos 4, os livros do Álvaro Magalhães, muitos da Maria Rosa Colaço e outros, muitos outros, bons, interessantes e bem giros. Andámos todos deliciados com a nossa nova biblioteca. 
No dia em que os comecei a levar para casa (são tantos que não consigo levar tudo de uma vez), eu estava super eufórica. Senti que tinha ganho o euromilhões! 

Sobre o PA

Convenci, felizmente, o pai cá de casa a tomar pequeno-almoço. Sempre me sentei à mesa para comer com os meus filhos de manhã, mas o pai não o fazia. Ficava ali na cozinha , a beber café, em pé, à janela e a orientar coisas. Agora, estamos juntos, sentados, em família, a tomar nosso PA, como aos fins de semana. É uma excelente maneira de começar o dia. Conversamos, rimos (que o pai tem um sentido de humor fantástico logo pela manhã) e quando entro no carro, dou por mim a pensar que já não digo tantas vezes "rápido, rápido". 
Decidimos acordar mais cedo* para ter tudo pronto** quando acordam* (também eles agora mais cedo!). Vale bem a pena, garanto-vos! 

* Acordo às 7h00, eles às 7h30.
**Hoje, até tinham até um batido de leite, com iogurte, amoras e banana a acompanhar a torrada de mel e canela. 

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O caderno da família

Há uns anos, no dia dos meus anos, a minha amiga J. ofereceu-me um caderno cor-de-rosa, com brilhantes. Disse-me,  com aquele sorriso irónico, que era para as minhas reuniões com a entidade patronal. Nunca foi, claro. [ Para as reuniões, uso um moleskine vermelho que dá um ar de seriedade!]
Guardei-o estes anos todos numa gaveta porque é um caderno especial, muito especial.
De repente, ao ler o blog Mum's the boss e o post sobre a gratidão, percebi que aquele caderno só podia ser usado como um registo dos nossos melhores momentos e/ou um registo do nosso agradecimento por qualquer coisa que consideramos importante. 
É atualizado pelo menos uma vez por semana e gosto.

Coisas que também não entendo mesmo

As pessoas que não percebem que um Homem é um Homem, independentemente da sua raça, religião, etc, etc...e que dizem as maiores barbaridades sobre o drama dos refugiados, que vomitam ódio, veneno e estupidez pelas redes sociais fora. Até fico indisposta e assustada com tudo isso [e por isso decidi cortar do meu FB qualquer pessoa, fosse quem fosse, que viesse com comentários racistas e parvos sobre o tema].
Não percebo mesmo o que se passa com a humanidade...

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Coisas que não entendo

Pessoas a celebrarem a chegada do outono.
A sério? Ficam felizes com a chegada do vento, da chuva, dos dias menores e do frio?
A SÉRIO?
Pfffff

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Do correr

Sem tempo para correr durante o dia, resolvi que ia correr ao início da noite. Depois de um dia de trabalho na escola e de um dia de trabalho em casa (e hoje, foi fazer uma máquina de roupa, passar a ferro, orientar os tpc  [que nervos, by the way], fazer o jantar e arrumar a cozinha), vou correr. Custa horrores sair do sofá mas ha várias pessoas que sigo no Instagram que são uma inspiração. Mostram que tudo é possível. Vejo mulheres que vão correr depois das 23h, outra que tem 4 filhos e um cão e que corre mais de 100 km por mês ou ainda uma que vai correr entre duas mamadas. Se elas vão e conseguem, eu também vou e consigo.
Já sonho com mini maratonas de 10 km. Quero ver se consigo, até onde posso ir e acreditar que posso ir mais além. Quero crer que se consigo correr, consigo tudo e que nada, nomeadamente as chatices do trabalho, me afeta.
E eu, Tella Maria, senhora dona da insegurança e do pensamento "não faço nada de jeito",  pela primeira vez, ouso pensar e escrever no blog " sinto-me grande".

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Constatações

Fomos passar o fim de semana à terra. Foi bom, como sempre.
Reparo, agora, que umas das coisas que mais aprecio é ir ao jardim da tia, do tio ou do vizinho que morreu há anos e que tem quase tudo ao abandono e apanhar maçãs, figos, alho francês, abóboras, etc. Ou acordar de manhã cedo para ir apanhar amoras. Aproveitar aquilo que a terra nos dá e sentir prazer nisso. 
Só posso  estar muito crescida, não?

sábado, 19 de setembro de 2015

As férias pelo Tiago...

... Ou a composição do mais cliché possível...

terça-feira, 15 de setembro de 2015

TPC

Depois de dois anos sem TPC's, a nova professora do Tiago já avisou que ia enviar sempre trabalho de casa às terças, quintas e sextas.
Só espero que sejam moderados ou teremos graves crises cá por casa.

sábado, 12 de setembro de 2015

Aquele momento em que te sentes a maior...

É quando acordas ao sábado às 7h30 para correr e te sentes super feliz por ter corrido.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

A minha avó do coração faz hoje 90 anos

São 90 anos:  3 filhos, 4 netos, 5 bisnetos e mais 1 a caminho.

Aos 90 anos, avisei-a que estava proibida de ficar velha. Ela riu-se e disse-me "ai tu, ai tu!". A minha avó é uma das mulheres da minha vida e talvez a única mulher da minha vida, não sei! Uma mulher que nunca foi à escola, que não sabe ler nem escrever, mas que é muito sábia. 

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Tu sabes que algo está a mudar em ti quando..

... te deitas e ficas a pensar no percurso a fazer no dia seguinte para correr e sobretudo quando vais a um centro comercial e só tens olhos para roupa desportiva. Passas pelas Zaras do Colombo e nem olhas para as montras. Queres apenas uns ténis a sério e roupa gira a condizer.
(Segunda,volto lá!)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Run Tella, run!

Comecei a correr no Algarve, no dia 1. Foi difícil como o raio. A Carolina esteve sempre a puxar por mim. Corri talvez 800 metros e parei, quase a morrer. Andei e voltei a correr uns quantos metros. Sei que quando ela saiu do Algarve, já corria mais mas ainda andava, embora pouco.
Nunca ativei o Runtastic no Algarve mas devo ter corrido 8 km no total. Não sei.
Fui para a terra e já com a apps, continuei a correr. Não foi uma coisa diária mas foi sempre com vontade.
Logo no primeiro dia, fiz 5 km. As subidas e descidas da aldeia situada perto da serra deram cabo das minhas pernas. Mas corri sempre, com aquela sensação "eu consigo".
Ontem, a aplicação disse-me que tinha corrido, em 15 dias, 24 km. Ui, nem imaginam a sensação de "uau tella!". Depois vi o instagram da Pipoca Mais Doce com os seus 220 km percorridos durante o mês de agosto e toda a minha euforia foi por água abaixo e pensei "menos Tella, menos".

Da segunda parte das férias - segundo post

Houve frio e chuva mas houve muito calor também e mergulhos nas águas frias dos rios.
Houve corridas. Mas houve também muitas imperiais e caipirinhas com  muito pouco açúcar  (peurk).
Houve encontros com a família e momentos bons com a minha sobrinha.
Houve até uma grande vontade (minha e do Tiago) de ter um bebé. Até verbalizei com uma certa mágoa ao pai cá de casa "Toda a gente tem um bebé menos eu." Sim, estava sóbria.
Houve festa na aldeia e a certeza que o meu mais velho está com o bicho da terra, como nós. Sente que pertence à terra e quer fazer qualquer coisa pela terra. Foi servir imperiais e água para o bar. Orgulhoso que ele estava !
Foram sozinhos novamente às compras sozinhos e como queriam comprar sumo, pediram ao senhor da mercearia o seu telemóvel para ligar para o pai. O senhor emprestou-lhes. Andam tão espertos senhores...
Houve aventura pela serra à procura de poços de água. 
Houve geocaching e caches bem giros.
Houve percursos de bicicletas pela serra, sempre a subir e depois, claro, sempre a descer, com uma mãe aos gritos "Trava Tiago, trava!".
Não li nada, a não ser a revista do Expresso e a Woman. :)
Quando saímos de lá, o Pedro emocionou-se e pediu para vivermos lá para sempre. Eu também.