Livros de setembro
28/2026
Os dias, de Patrick Ryan.
Livro bem cotado. Tinha-o levado comigo para ler na ilha. A Carolina também o levou. Leu-o primeiro e não achou grande coisa. Optei por ler outros, mas li-o em setembro. Ela tinha razão. Não é nada de especial e até o achei muito aborrecido. Que personagens tão desinteressantes! Dei-lhe nota negativa.
29/2026
Perdeu-se relógio de senhora, de Alice Brito.
Retrata o dia a dia português antes do 25 de abril atraves da vivência de três mulheres. Gostei muito. A narradora é certeira e mordaz.
O título, inicialmente estranho e aparentemente sem grande relação com a história, é-nos revelado numa cena, com um cintexto específico. Gostei muiti desse pormenor. Gostei muito do livro. Vale a pena ler livros de mulheres sobre mulheres, que por serem mulheres, nem sempre tiveram uma vida fácil.
30/2026
Retrato de um casamento, de Maggy O"Farrell.
Acompanhamos os últimos dias de Luvrécia de Medici que sente que o marido a quer matar. Ao longo da historia, vamos cinhecendo a sua infancia, os seu casmaneto e as pessoas que a rodeam na corte.
Gostei muito do livro, da história, de conhecer Florença a partir das descrições (e até sonhei que tinha lá estado à procura de filhos e pais) e sobretudo da sensibilidade com que é contada.
Os dias, de Patrick Ryan.
Perdeu-se relógio de senhora, de Alice Brito.
O título, inicialmente estranho e aparentemente sem grande relação com a história, é-nos revelado numa cena, com um cintexto específico. Gostei muiti desse pormenor. Gostei muito do livro. Vale a pena ler livros de mulheres sobre mulheres, que por serem mulheres, nem sempre tiveram uma vida fácil.
Retrato de um casamento, de Maggy O"Farrell.
Gostei muito do livro, da história, de conhecer Florença a partir das descrições (e até sonhei que tinha lá estado à procura de filhos e pais) e sobretudo da sensibilidade com que é contada.
A forma como a 1a relação sexual da Lucŕécia é contada mostra-nos vulnerabilidade e violência em doses certas. Fiquei a pensar que só uma mulher é que poderia descrever aquele ato tão assustador para a personagem de uma forma tão tocante. Há depois, na Maggy, uma poesia muito delicada.
Adorei o livro. Não lhe dei 5 estrelas, mas 4,5 por causa do final, que é espetacular, mas alguém fez spoiler (é assim que se diz?) e pronto...Mas é um 5.
Depois de ler Terra no verão, acho que encontrei a minha autora atual. Já ali tenho mais dois livros dela...
[Nota: estou a escrever no telemóvel, ao acordar e sem óculos. Ainda estou com a vista meia desfocada. Tende paciencia...]
Comentários