Notas soltas (e longas)
A Carolina falou-me em registar os sonhos num caderno logo ao acordar. Já tenho o caderno na minha mesa de cabeceira, mas não coloquei lá caneta ou lápis. Hoje, acordei a pensar "ai, que sonho tão bom": Metia a Inês P. e mais duas pessoas a fazer não sei quê. Lá está, já não sei do que se tratava... A ver se me organizo mais e melhor - é pôr um lápis lá, Tella! - para conseguir perceber o que sonho. Recebi, este ano letivo, o melhor horário de sempre. É a primeira vez, desde sempre, que tenho três tardes livres. A maravilha das maravilhas! Desde que regressámos de férias, o pai cá de casa e eu temos passado todos os fins de semana fora e sem os filhos. Que maravilha! Não ter filhos atrelados é uma nova etapa nas nossas vidas. Para além da privacidade e intimidade recuperadas, sem medo de ser interrompidos/apanhados /you know it, recuperámos também conversas à mesa, com todo o tempo do mundo. Senti um pouco que era quase como estar na ilha. As conversas continuam muito a ser...