Livros de fevereiro
3. Amor e Enganos, de Julia Quinn
A Netflix estreou a quarta temporada da série Bridgerton. Vi tudo de seguida, que uma pessoa também gosta de ver coisas simples e que enche a vista, if you know what i mean. Disponibilizaram apenas 4 episódios. Não aguentei a espera e fui ler o livro para saber o que iria acontecer às personagens.. Li-o em dois ou três dias. São frases curtas com sujeito, verbo e complemento direto; sujeito, verbo e complemento direto... Tão básico que aborrece. Dei-lhe 2 estrelas e tive vergonha de o ter adicionado no meu Goodreads...
4. Um livro cujo nome desconheço, mas vou ver no meu kobo e já aqui escrevo...
Este nem o adicionei ao Goodreads por vergonha!
Crença, de Penélope Douglas
Vou contextualizar. Uma colega do secundário, que não vejo desde 1997, publicou um post a falar de literatura smut e da importância que esta teve para que ela voltasse a ler. Sugeriu este livro. Fiquei curiosa e li-o sem saber ao que ia. Meu deus. É uma literatura porno, basicamente. Há um enredo, um pouco mais evoluído do que os filmes porno em que o canalizador vai desentupir um cano [emoji maroto], e, pelo meio, há cenas de sexo com bolinha vermelha no canto e para mais de 18.
Este livro, em concreto, é horrível porque a mulher tem 18 anos e é comida pelo tio, que não é bem tio, mas tem 40 e tal anos, e depois pelos primos, que não são bem primos, em... simultâneo. No fim, ela decide ficar com o primo violento e abusivo... É aquele livro que envergonha e que passa mensagens erradas.
Na verdade, fui passando páginas para chegar às cenas mais hot (quem nunca, certo?) e ao fim. Também reconheço que não o quis deixar a meio...
Dar-lhe-ia 1 estrela se o tivesse registado no Goodreads..
5. O que podemos saber, de Ian McEwan.
Quis ler o livro porque foi considerado pelo Expresso como o melhor romance publicado em 2025.
É um livro que requer tempo e paciência. É lento, pouco interessante inicialmente e com personagens que não me agradavam. Estive quase para desistir. Ultrapassada a fase inicial, rendi-me à história, às personagens do futuro (a ação principal ocorre em dois mil cento e tal, num mundo que ficou completamente destruído depois de várias catástrofes climatéricas) que investigam a vida de personagens do passado, de 2015/2030.
No fim, dei-lhe 5 estrelas, porque não consegui largar o livro e porque remete para uma coisa que adoro: procurar, investigar e/ou criar uma história para aqueles que morreram há muito.
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